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Alegria, descontração, bate-papo com amigos, festas, maior preocupação com a aparência e com andar na moda – tudo isso caracteriza o comportamento dos jovens. Nessa fase da vida, viver o hoje é o que importa, sem maior compromisso com o amanhã. Esse é um fato indiscutível, mas não significa que o jovem deve tratar o dinheiro de forma despreocupada. Sem deixar de aproveitar tudo o que a juventude lhe oferece, pode construir a base de sua estrutura financeira. Se fizer isso sem dúvida terá uma vida mais tranquila e alcançará com mais facilidade seus objetivos.

Isso pode ser feito em cinco passos simples, resumidos a seguir:

  1. Não diga: “O que eu ganho não dá para fazer tudo o que eu quero”. Começar com uma frase negativa parece pouco estimulante. Mas é uma questão de atitude. Os desejos materiais de cada ser humano estão sempre além de sua capacidade financeira. Por isso, essa frase pode ser dita até pelos donos das maiores fortunas do mundo, que certamente não ganham o suficiente para fazer tudo o que querem. O segredo, portanto, é cada um conhecer seus limites e trabalhar dentro deles.
  2. Planeje, planeje e planeje. Já dissemos antes, no blog, que o bom planejamento consiste, primeiro, em saber onde se está e aonde se quer chegar, e depois definir o que é necessário fazer para atingir esse alvo. Assim, para começar, é preciso registrar por escrito e com rigor todas as entradas e saídas, mesmo aquelas despesas que parecem insignificantes. Um bom registro mostrará a situação real de cada um. Se, no final do mês, o total dos gastos for menos do que as entradas, parabéns! É por aí que se começa a formar uma reserva financeira – ou várias reservas com finalidades diferentes – e a construir um futuro mais tranquilo.
  3. Controle os gastos, principalmente os supérfluos. Em seu planejamento, coloque em primeiro lugar as despesas obrigatórias, como mensalidade escolar, alimentação, transporte, produtos essenciais à sua saúde, contas de luz, água, telefone. Verifique se esses gastos não podem ser diminuídos. Depois coloque os gastos supérfluos, ou seja, coisas de que não se necessita de imediato ou que podem ser consumidas com moderação: roupas, calçados, idas a bares, restaurantes e shows. Quem sabe quanto pode gastar em cada item em geral permanece dentro dos seus limites. E chega ao final do mês com sobras para aplicar em sua reserva financeira.
  4. Fixe objetivos – de curto, médio e longo prazo. Reservas financeiras são criadas para a realização de projetos e a concretização de sonhos. Um computador, um smartphone, um carro, um terreno, uma casa ou um apartamento, uma viagem, um curso de pós-graduação, o casamento, ter filhos. Cada um dos itens citados representa um objetivo e para cada um deve ser definido um prazo factível e a melhor forma de adquiri-lo, à vista ou a prazo. Além disso, há uma reserva fundamental que não pode ser esquecida; a criada para emergências, gastos urgentes, imprevistos.
  5. Use o crédito com sabedoria. Crédito pode ser um santo remédio ou um veneno amargo – depende da forma como é usado. Antes de contrair um empréstimo para financiar o carro novo, por exemplo, verifique se a prestação cabe em seu orçamento. E a prestação é apenas um item nesse caso: carro precisa de combustível, troca de óleo, revisões, pneus novos periodicamente, licenciamento, seguro. É preciso calcular o tamanho do pacote completo antes de decidir. É necessário cuidado principalmente com o cartão de crédito: pague sempre o valor integral da fatura na data do vencimento e concentre todas as despesas em um só cartão. E o mais difícil: use o cartão com moderação, evitando excessos. Dúvidas? A equipe da Sicoob Credicitrus pode ajudar você a planejar melhor o uso do crédito.

 

 

Escrito por sicoobcredicitrus

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