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Reconhecimento

O primeiro passo, antes de qualquer outra providência, é admitir que está em crise. Isso vale para uma pessoa isoladamente ou uma família. Não reconhecer que os problemas financeiros saíram do controle significa contribuir para piorar ainda mais a situação. Quanto mais cedo se aceita a crise, mais cedo se pode solucioná-la.

Quais são as causas?

O segundo passo é identificar todos os gastos, minuciosamente e saber por quê o dinheiro que você ganha não dá para pagar todas as contas. Um levantamento detalhado permitirá identificar para onde o dinheiro está indo e diferenciar o necessário do supérfluo e descobrir fontes de desperdício.

Quais são as saídas possíveis?

Existem muitas alternativas diante de uma crise. Se você paga aluguel, pode mudar para um imóvel mais barato. Se é proprietário, pode vender o imóvel e comprar um menor. Mas, antes de tomar medidas tão radicais, procure avaliar onde você pode economizar. Dá para reduzir os gastos com luz e água, diminuir as idas a restaurantes, evitar fazer compras com cartão de crédito? Se está devendo para o cartão, dá para financiar o saldo – você ficará com o cartão bloqueado (o que pode ser bom!), mas sua despesa nesse caso será reduzida. Analise todas as saídas e você descobrirá que há várias.

Faça um plano para sair do vermelho.

Agora começa a ação de recuperação de suas finanças. Porém, está só dará certo se você agir com muita disciplina – e é aí que a maioria dos planos fracassa. Por quê? Porque quando a situação financeira volta ao equilíbrio, a tendência é que os velhos hábitos de consumo sejam retomados.

Mantenha a disciplina.

Depois de sair do vermelho, o importante é ter uma estratégia para permanecer no azul. O negócio é seguir as regras da prosperidade, ou seja: jamais gastar mais do que ganha e, sim, sempre gastar menos do que ganha e aplicar o que sobrar para ter uma reserva para seus projetos e também para emergências. Sair da crise pode levar algum tempo, mas vale a pena se você tiver equilíbrio para depois permanecer dentro dos limites de suas possibilidades

 

 

Escrito por sicoobcredicitrus

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