A Credicitrus acaba de alcançar um novo marco histórico: R$ 2 bilhões em capital social, fortalecendo ainda mais seu patrimônio líquido, que encerrou o primeiro semestre totalizando R$ 3,3 bilhões.
Esses valores contribuem para ampliar a solidez econômico-financeira da Cooperativa, possibilitando que aumente sua autonomia e a capacidade de oferecer produtos e serviços financeiros com vantagens exclusivas a todos os associados.
Vale destacar a velocidade que a Credicitrus vem evoluindo nos últimos anos. Em 2018, a Credicitrus foi pioneira ao atingir R$ 1 bilhão em capital social. Sete anos depois, alcança R$ 2 bilhões, mostrando uma evolução acelerada: foram 35 anos para o primeiro bilhão e apenas sete para o segundo.
Um bem individual de utilidade coletiva
O capital social da Credicitrus representa a soma das cotas de capital ou dos saldos da conta capital de todos os cooperados. Desse modo, é o principal indicador da participação financeira dos associados na Cooperativa, correspondendo ao investimento de cada um na organização que lhe pertence.
Essa conta é composta pelo valor inicialmente integralizado pelo cooperado ao associar-se e, depois, por todos os demais valores agregados a esse montante inicial, como novas integralizações voluntárias e a incorporação das sobras anuais.
Além disso, a conta capital é remunerada no último dia útil de cada ano. Em 2024, o saldo médio do capital social de cada cooperado foi corrigido à taxa de 9,21%, que correspondeu a 85% da variação da taxa Selic ao longo do ano. Com isso, a Credicitrus distribuiu mais de R$ 161 milhões aos cooperados.
A vantagem de ser coproprietário
O capital social é um bem que pertence ao cooperado, é como um “título de propriedade” de parte da Cooperativa, transformando-o em coproprietário da organização. Nessa condição, tem direito a manter uma conta corrente e ter acesso a todos os produtos e serviços financeiros, usufruindo benefícios diferenciados como taxas de juros mais baixas em operações de crédito e financiamento, tarifa zero para a grande maioria das movimentações e participação nos resultados, por meio do rateio das sobras anuais.
Vale reforçar que, como o capital social é um bem próprio do cooperado, este terá direito a resgatá-lo em parcelas após completar 65 anos de idade, desde que já tenha 10 anos de filiação à Cooperativa, funcionando como uma espécie de aposentadoria suplementar.
Esse benefício é um dos grandes diferenciais entre o que ocorre no relacionamento de um cooperado com sua cooperativa e no de um cliente com uma instituição financeira tradicional à qual se vincula.
Além disso, considerando que esse valor é corrigido anualmente, com uma rentabilidade líquida equivalente à de um título de renda fixa, vale a pena fazer novos investimentos na conta capital e, assim, aumentar a reserva financeira para o futuro.
Clique aqui e acesse a matéria “O que é capital social de uma cooperativa de crédito”, que traz explicações detalhadas sobre o significado e a importância desse indicador econômico-financeiro.
Continue acompanhando o Blog Credicitrus e fique por dentro das novidades!