O que observar no agro de dezembro?

Segue nossa reflexões dos fatos e números do agro em outubro/novembro e o que acompanhar em dezembro. Após um ciclo de três meses de deflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,59% em outubro; os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A categoria com maior alta foi a de “Vestuário” (+ 1,22%), mais a maior influência geral no indicador veio pelo grupo “Alimentação e bebidas” (+ 0,72%). O crescimento para os alimentos vem, especialmente, por conta da alimentação em domicílio (+ 0,8%), com destaque para alta nos preços da batata-inglesa (+ 23,36%) e do tomate (+ 17,63%). Na outra ponta, registraram queda o leite longa vida (- 6,3%), que já havia caído no mês passado, e o óleo de soja (- 2,85%), consolidando a quinta redução seguida.

Já as perspectivas para a economia brasileira foram apresentadas em novo boletim Focus/Bacen, do Banco Central do Brasil, de 21 de novembro. No relatório, o IPCA foi projetado para 5,88% ao término de 2022 (alta) e 5,01% ao final de 2023 (alta). Já o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 2,80% este ano (alta) e 0,7% no próximo (manutenção). Em relação ao câmbio, as estimativas são de R$ 5,25 para 2022 (alta) e R$ 5,24 no final de 2023 (alta). Por fim, a taxa Selic deve fechar 2022 em 13,75% (manutenção) e 2023 em 11,50% (alta).

No agro mundial e brasileiro, o Índice de Preços de Alimentos da FAO (Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) fechou outubro em 135,9 pontos, pouco abaixo do valor registrado há um mês atrás (136,3 pontos). Com o resultado, o indicador alcançou 23,8 pontos de diferença (para baixo) quando comparado com o pico de 2022, que aconteceu em março. Apesar da melhora nos últimos meses, os preços ainda estão 2,7 pontos superiores aos registrados em outubro do ano passado. Entre as categorias analisadas, os preços de cereais apresentaram altas para praticamente todos os produtos: trigo com 3,2%; grãos em 3,5%; o milho subiu 4,3%; e o sorgo fechou 3,0% mais alto. Já nas carnes, o índice caiu 1,4%, fechando o mês em 118,4 pontos; o destaque é a baixa nos preços da proteína suína, graças às fracas compras globais (importações) e demanda estável em grandes consumidores durante o mês.

No Brasil, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou a 2ª estimativa para a safra 2022/23 de grãos com novo reajuste para cima! A produção total foi estimada em 313,0 milhões de t, um crescimento de 15,5% na comparação com o ciclo passado. Já a área deve ficar em torno de 76,8 milhões de ha, 3,2% superior. Entre as principais culturas, o grande destaque segue sendo a soja, que deve entregar 153,5 milhões de t (+ 22,3%) em uma área de 43,2 milhões de ha (+ 4,2%). No milho, a área total deve ser de 22,3 milhões de ha (+ 3,4%) e oferta foi reestimada para 126,4 milhões de t (+ 12,0%), sendo que 28,1 milhões de t serão produzidos em 1ª safra (22,2%) e 98,3 milhões de t em 2ª ou 3ª safras (77,8%). Já na cultura do algodão, a produção de pluma deverá somar 3,0 milhões de t (+ 16,9%) em uma área de 1,6 milhão de ha (+ 2,6%). Por fim, vale novamente o destaque para as culturas de inverno que, juntas, deverão entregar 11,3 milhões de t, crescimento de 21,1%; ênfase para o trigo com 9,5 milhões de t (+ 23,7%). As perspectivas até aqui são muito boas. Vamos torcer para que o ritmo de plantio siga em nível satisfatório, como foi no último ano; para o que o regime de chuvas ajude os produtores; e para que as lavouras tenham um bom desenvolvimento inicial. É hora de acompanhar tudo isso de perto, em alguns lugares problemas estão acontecendo.

A Conab também divulgou atualizações sobre os avanços no campo até 12 de novembro. No milho 1ª safra, 53,9% das lavouras já foram semeadas, contra 63,0% há um ano atrás. Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, os 3 principais produtores, registram 82,0%, 52,0% e 93,0% de progresso, respectivamente. Já na cultura da soja, o plantio alcançou 66,0%, contra 77,5% em 12 de novembro de 2021, um leve atraso no comparativo anual. Nos três principais produtores da oleaginosa, o cenário é o seguinte: Mato Grosso alcançou 97,4% das áreas plantadas; o Rio Grande do Sul está ainda com 18,0% (era 29,0% há um ano); e o Paraná registrou 79,0% de progresso.

Outra cultura que está com atraso nas operações é o trigo. A colheita do cereal para 2022 está em 58,9%, contra 82,9% há um ano; este é o menor ritmo em 5 safras. Nos três estados da região Sul, que concentram 90% da produção nacional de trigo, 43% das áreas já foram colhidas (média dos estados), sendo que, há um ano, o índice já estava em 78%. Nos demais estados, a colheita já foi finalizada.

Ao término das operações, a Conab estima que a produção de trigo em 2022 deva somar 9,5 milhões de t, 24% maior do que a obtida na safra 2021. Apesar da alta, o USDA estima que o Brasil deva consumir 11,8 milhões de t do cereal até o final do ano, gerando um déficit de 2,3 milhões de t. Em relação às condições das lavouras, a Conab indica que boa parte dos grãos se encontra em condições ideias de pluviosidade, com algumas exceções: regiões sudoeste de São Paulo, triângulo mineiro e sul de Goiás, onde há registros de falta de chuvas. No milho 1ª safra, 73,4% das lavouras já se encontram em desenvolvimento vegetativo; 19,6% ainda em emergência; e 7,0% em floração. Na soja 80,6% dos campos estão em desenvolvimento vegetativo; 17,7% em emergência; e 1,6% em floração.

No cenário internacional, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou novos relatórios com as perspectivas para o mercado de grãos em novembro. No milho, a produção global foi praticamente mantida nos mesmos níveis do mês anterior: 1.168,4 milhões de t, queda de 4,0% no comparativo com o ciclo 2021/22. Entre os principais países produtores, temos: Estados Unidos produzindo 353,8 milhões de t (- 7,6%) – era 352,9 no mês passado; China com 274,0 milhões de t (+ 0,5%) – valores mantidos; e Brasil com 126,0 milhões de t (+ 8,6%) – também mesma projeção. Já os estoques finais de milho foram novamente reajustados para baixo e devem ficar agora em 300,8 milhões de t (- 2,2%). Após a recuperação dos estoques em 2021/22, vemos agora a volta da tendência de queda, algo para acompanharmos de perto e que reforça a necessidade de choque de oferta do cereal!

Na soja, o USDA também manteve a estimativa de produção no mesmo patamar da de outubro: 390,5 milhões de t, alta de 9,8% em relação ao ciclo agrícola anterior. No Brasil, maior produtor, a oferta deve ser de 152,0 milhões de t (+ 19,7%) – mesmo número. Já nos Estados Unidos, o USDA jogou as estimativas para cima, agora em 118,3 milhões de t (- 2,6%) – era de 117,4 no mês passado. E fechando o top 3, na Argentina, a produção do grão foi revisada para baixo, indicada agora em 49,5 milhões de t (- 3,0%) – era de 51,0 milhões de t há um mês atrás. Os estoques, por sua vez, foram elevados de 100,5 milhões de t (outubro) para 102,2 (novembro) e devem fechar esta safra com alta de 8,0%.

Os Estados Unidos partem para o encerramento de sua safra de grãos neste penúltimo mês do ano, na corrida antes que a neve cubra as principais regiões produtoras do país. No milho, 93% das lavouras já haviam sido colhidas até 13 de novembro (média das últimas 5 safras: 85%). Na soja 96% das operações de colheita já foram finalizadas (média é de 91%). Já o algodão apresenta 71% de progresso, mas o ritmo é bem avançado, já que a média das últimas 5 safras (2017 – 2021) é de 63%. Não devemos observar grandes alterações nos números norte-americano nos próximos meses, considerando o estágio avançado das operações por lá.

Na atualização de novembro para o Valor Bruto da Produção (VBP) Agropecuária, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) reestimou o valor total de 2022 para R$ 1,179 trilhão, queda de 0,8% na comparação com o ano passado. O comportamento é justificado pela redução no VBP das cadeias da pecuária, que devem somar R$ 366,4 bilhões (- 3,4%), já que as lavouras devem crescer 0,4% com R$ 812,8 bilhões. O Mapa também divulgou a primeira previsão para 2023, que deve ser bastante positiva: serão R$ 1,237 trilhões ao todo (+ 4,9%), com as lavouras entregando VBP de R$ 856,3 bilhões (+ 5,4%) e a pecuária outros R$ 381,0 bilhões (+ 4,0%). Vamos torcer para que os preços ajudem e estes números se confirmem neste e no próximo ano!

No comércio externo de agroprodutos, as exportações brasileiras do agronegócio alcançaram novo recorde em outubro: foram US$ 14,25 bilhões, alta de 61,3% na comparação com o mesmo mês de 2021, de acordo com dados divulgados pelo Mapa. Os volumes totais embarcados cresceram 38,9% no mês, enquanto que os preços médios tiveram alta de 16,1%. Entre as categorias com as maiores receitas, temos: na liderança, o “Complexo Soja” com US$ 3,68 bilhões (+ 49,6%), sendo que a soja em grãos responde por US$ 2,5 bilhões, ou seja, 70,0% do total; na segunda posição aparecem as “Carnes” com US$ 2,28 bilhões (+ 50,8%), sendo que a carne bovina exportou US$ 1,19 bilhão (+ 121,0%), a de frango US$ 804,7 milhões (+ 15,0%) e a suína outros US$ 234,8 (+ 8,8%); na sequência encontramos “Cereais, Farinhas e Preparações”, com receita de US$ 2,19 bilhões (+ 386,6%), desempenho incrível gerado especialmente pela alta de 301,7% nos volumes embarcados de milho no mês (7,1 milhões de t); em quarto, está o “Complexo Sucroalcooleiro” que vendeu US$ 1,76 bilhão (+ 90,0%); e fechando o top 5 temos os “Produtos Florestais” com US$ 1,45 bilhão (+ 20,7%).

Do lado das importações, o agro brasileiro comprou US$ 1,40 bilhão (+ 2,0%) em outubro, o que permitiu um saldo de US$ 12,81 bilhões (+ 72,6%). No acumulado de 2022 (janeiro – outubro) o setor já exportou US$ 136 bilhões (+ 33,0%): é o mesmo que R$ 1,9 bilhão por dia (a um câmbio de R$ 5,20) e ainda faltam 2 meses para somar nesta conta. Nossa agro realmente com desempenho incrível em 2022!

Voltando ao comércio externo do milho, que foi o grande destaque de outubro, a Associação Nacional dos Exportações de Cereais (Anec) indica que os embarques do cereal em novembro devem alcançar 6,64 milhões de t, 600 mil t a mais do que a previsão anterior. Se confirmado este volume, será o quarto mês consecutivo em que o Brasil embarca mais de 6 milhões de t. Entre janeiro e novembro, os dados da Anec estimam 38,5 milhões de t acumuladas de milho brasileiro enviadas ao exterior.

E por falar no milho, dados do Datagro indicam que 69,8% da produção do cereal referente à safrinha de 2022 já havia sido comercializada até o dia 04 de novembro, abaixo dos 85,0% registrados na mesma data de 2021 e dos 81,7% referentes à média histórica.

Na soja, a comercialização da safra 2022/23 segue no ritmo mais lento desde 2014: até 4 de novembro, 19,1% da produção nacional havia sido vendida. Há um ano, o progresso era de 28,2% e a média histórica para o período é de 32,5%. Entre os principais fatores que justificam o atraso estão: os altos custos de produção e o anseio do produtor por melhores margens; a preocupação com o clima (La Niña na região Centro-Sul); as inseguranças com novo governo no Brasil e expectativa de desvalorização do real; e a possibilidade de preços melhores devido aos prejuízos em lavouras da América do Sul. Bahia, Mato Grosso e Tocantins são os três estados com maior avanço nas vendas, que estão em 38,2%, 30% e 27%, respectivamente. Dados são também da Datagro.

Na contramão da maioria dos produtores, a Amaggi informou que realizou a venda antecipada de 60% da produção de 2022/23. Segundo a empresa, a estratégia foi garantir recursos para cobrir os gastos com insumos. No algodão, a Amaggi vendeu os mesmos 60%, enquanto que no milho os avanços são de 35%. Em relação a área a ser cultivada, dos 381 mil ha do grupo, a Amaggi informou que deve reduzir a área de soja de 175 mil ha (2021/22) para 170,6 mil ha (2022/23), enquanto que vai ampliar o cultivo do algodão, saindo de 149,4 para 175,1 mil ha neste ciclo.

E falando ainda em grãos, uma notícia importante foi a renovação do acordo de exportação no Mar Negro por mais 120 dias, em um consenso entre a Rússia e Ucrânia, que garante o escoamento de grãos ucranianos, contribuindo para amenizar os altos preços e garantir a segurança alimentar global.

Novembro também marcou a realização da 27ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a “COP 27”. Este ano, o evento foi realizado no Egito, durante os dias 6 a 18 de novembro e contou com a participação de diversos representantes do agronegócio brasileiro, os quais apresentaram planos e metas do setor para conter as mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Um destaque foi a iniciativa conjunta entre grandes empresas do setor (JBS, Cargill, Bunge, ADM, Louis Dreyfus e COFCO) para zerar o desmatamento em suas cadeias de suprimento de soja, carne bovina e óleo de palma até 2025. O plano inclui a Amazônia, o Cerrado e o Chaco, áreas distribuídas entre Argentina, Brasil, Bolívia e Paraguai. É preciso medir os impactos desta iniciativa.

No mercado de fertilizantes, o Rabobank estima que a entrega destes produtos aos agricultores deve somar 44,5 milhões de t em 2023, um crescimento de 4,1% na comparação com as 42,75 milhões de t deste ano; será 1,75 milhão de t a mais. Os principais fatores que motivam este comportamento são os preços mais baixos, o nível elevado nos estoques de passagem e a maior segurança em relação ao fornecimento/entrega dos fertilizantes. Apesar da alta, o consumo deverá ser inferior ao recorde registrado em 2021, que foi de 45,8 milhões de t. Já nos bioinsumos, discussões na Câmara dos Deputados estimuladas pela Frente Parlamentar Mista da Bioeconomia cobram definições para segurança jurídica de empresas e produtos do setor no Brasil. Segundo os parlamentares, a movimentação global com os bioinsumos pode alcançar US$ 11 bilhões a partir de 2025. O Brasil é o maior mercado dos insumos biológicos no mundo, com taxa anual de crescimento de 32% e movimentações em torno de R$ 3,5 bilhões.

A Yara fertilizantes firmou parceria com a Cooxupé (Cooperativa dos Agricultores de Guaxupé) para comercialização de “fertilizante verde”, o qual é produzido com 80-100% menos emissões de carbono. O insumo deverá ser produzido na unidade Cubatão – SP da empresa de origem norueguesa, a qual irá receber biometano da Raízen para sua operação a partir do próximo ano. A parceria visa o incentivo de práticas agrícolas que reduzam a pegada de carbono da atividade cafeeira.

E uma notícia muito relevante no quesito de agregação de valor no agro brasileiro: a região do Vale do São Francisco recebeu, recentemente, o registro de Indicação Geográfica (IG) para vinhos finos, nobres, espumantes naturais e moscatel espumante. O reconhecimento, que entra na categoria de Indicação de Procedência (IP) compreende Lagoa Grande, Petrolina e Santa Maria da Boa Vista (em Pernambuco) e Casa Nova e Curaçá (na Bahia).

Ao final de outubro e início de novembro, algumas datas comemorativas também fizeram parte das programações do nosso setor. Fica aqui o nosso registro e os parabéns a todos os profissionais que de alguma forma contribuem para o fortalecimento destas profissões e também cadeias produtivas: 27 de outubro, o dia do Engenheiro Agrícola; 31 de outubro, dia internacional do arroz; dia 05 de novembro, o dia do Técnico Agrícola; e dia 10 de novembro, o dia do trigo.

E concluindo nossa análise mensal do agronegócio, apresentamos na sequência os preços dos principais produtos agrícolas, segundo o Cepea/USP, em 17 de novembro: a soja, indicador Paranaguá estava em R$ 187,33/sc (+ 0,2%) e o indicador Paraná em R$ 184,02/sc (+ 0,3%); o milho fechou em R$ 84,06/sc (- 1,5%);  o algodão em R$ 5,4104/lp (+ 7,3%); o café registrou nova queda, com preços em R$ 943,15/sc (- 6,2%); a laranja indústria em R$ 32,09/cx (- 1,0%); e o boi gordo fechou em R$ 286,45/@ (- 1,9%).

Os cinco fatos do agro para acompanhar em dezembro são:

  1. – Término do plantio e acompanhar o desenvolvimento das lavouras de verão no Brasil. O ritmo está pouco abaixo do ano passado e, no Sul, o atraso na colheita do trigo dificulta a semeadura de soja e milho. Ainda nada crítico, considerando os números atuais, mas é essencial olhar diariamente.
  2. Previsões para o clima, especialmente para os efeitos que a ocorrência do La Niña (pelo 3° ano consecutivo) pode trazer para as janelas ideias de pluviosidade. Lembrando que esta distribuição poderá impactar tanto os cultivos em andamento como a decisão de plantio para a safrinha.
  3. Conjuntura global no ambiente político-econômico, com destaque para a crise energética na Europa, especialmente agora que o inverno está iniciando e as pessoas terão que restringir o uso de eletricidade em diversas atividades; como a economia será afetada por estes cortes? Seguir olhando também para o fato que gerou o impacto anterior, a guerra entre Rússia e Ucrânia; até quando deve continuar e quais serão os desfechos? Momento de olhar o que os especialistas estão dizendo em relação a economia para 2023.
  4. Decisões político-econômicas do novo governo para 2023 e todos os assuntos sendo discutidos agora como a PEC da transição, o estouro do teto de gastos, as possibilidades de mudanças em tributação, o anúncio de quem serão os ministros de governo; enfim, todos estes movimentos que devem estressar os mercados nas próximas semanas.
  5. Olhar para o câmbio! Ao que parece, a economia está bastante suscetível a oscilações a depender de medidas (ou até mesmo falas) relacionadas ao novo governo. Desde o início de novembro o dólar já oscilou de R$ 5,04 a R$ 5,42. Vamos acompanhar o que vem pela frente.

Marcos Fava Neves é Professor Titular dos cursos de Administração da USP em Ribeirão Preto e da EAEASP/FGV em São Paulo. Especialista em planejamento estratégico do agronegócio. Coautoria: Vitor Nardini Marques e Vinicius Cambaúva.

Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: