Cooperados que concentram 100% de suas movimentações financeiras na Credicitrus estão 100% satisfeitos. Essa foi a principal mensagem deixada pelo décimo sétimo episódio da Jornada SOMAR Forças, série de seminários on-line que a Credicitrus criou em 2020, em razão da pandemia, substituindo os eventos presenciais que realizara até então. Esse episódio mais recente, realizado no dia 25 de fevereiro, abordou o tema “Cooperativismo: A Melhor Via para Bons Resultados Financeiros”. Participaram como palestrantes as cooperadas Andresa Franciele da Silva Costa e Heloisa Junqueira Franco Varella e os cooperados Lauro Cesar de Carvalho Cosmo e Valentim Ocimar Gavioli, que foram unânimes ao declarar que encontram na Credicitrus tudo de que necessitam no mercado financeiro.

O encontro teve como mediador o cooperado e professor Marcos Fava Neves, que desde o primeiro episódio da série vem coordenando as apresentações e os debates. Também participaram os diretores executivos da Cooperativa Domingos Sávio Oriente Franciulli (Comercial), Marcelo Antonio Soares (Operações) e Marcelo Martins (Tecnologia e Gestão).

Cooperativismo promove desenvolvimento

Na abertura do evento, a gerente de Relacionamento com Cooperados e PAs, Karina Andriazi Cavazane, ressaltou que um dos principais indicadores do desempenho da Cooperativa é o Resultado Social Econômico, que corresponde ao valor que a Credicitrus gera para a sociedade. Explicou: “Esse indicador é composto, em primeiro lugar, pelas economias que cada cooperado faz em juros e tarifas ao realizar suas operações conosco, em comparação com o que teria que desembolsar efetuando as mesmas movimentações nas instituições financeiras tradicionais. A isso se soma a distribuição das sobras anuais, que em parte fortalecem o capital social do cooperado e, portanto, o patrimônio líquido da cooperativa, e em parte o associado recebe em espécie”. Complementou: “Os valores que o cooperado economiza e recebe de volta representam recursos que permanecem nas suas localidades de origem. Aí são aplicados de diferentes formas. Desse modo, fazem a economia girar e contribuem para a geração de renda e empregos. Em resumo, o cooperativismo de crédito é um agente de desenvolvimento econômico e social”.

Na sequência, Marcos Fava Neves ressaltou que mais de 80 pessoas, principalmente cooperados, compõem a galeria de palestrantes que participaram dos 16 episódios da Jornada SOMAR Forças, compartilhando suas histórias, experiências e dicas sobre variados temas de interesse dos associados da Cooperativa, o que, em sua opinião, transforma essa iniciativa em um verdadeiro “MBA on-line”. Enfatizou que os 16 seminários realizados até então tiveram um público total que se aproxima de 30 mil

pessoas, um número muito significativo.

Em seguida, fez uma breve análise da realidade econômica mundial, um cenário que, no que se refere ao agronegócio, considera surpreendente e que há um ano não era previsto por nenhum analista, com os preços das principais commodities agrícolas em níveis elevados, o que favorece os produtores brasileiros em razão da desvalorização do real. Questionou: “Quem poderia imaginar um cenário como esse em plena pandemia?” Para finalizar, propôs aos palestrantes que respondessem, após suas apresentações, a uma pergunta: “Onde investiriam se dispusessem de mais recursos?”

Experiências positivas

As apresentações dos cooperados palestrantes são resumidas a seguir.

Andresa Franciele da Silva Costa, 37 anos, mãe de quatro filhos, é administradora de empresas e produtora agropecuária, com atuação principalmente no cultivo de seringueiras na região de São José do Rio Preto, SP, onde reside, e em Goianésia, GO. É cooperada da Credicitrus desde 2014, e revela que toda a sua família, bem como a empresa de que seu marido é um dos sócios, a Hevea-Tec, de Jaci, SP, que atua no beneficiamento de borracha, são associadas à Cooperativa: “São 13 contas”. Ela enfatiza que hoje mantém a totalidade de sua vida financeira na Credicitrus, cujo grande diferencial, em sua opinião, “não é apenas financeiro, é também o atendimento, sempre muito próximo, rápido e com excelência”. Acrescentou: “Tudo o que preciso para a área rural e para a vida pessoal, a Cooperativa me dá”. Recomendou ao final: “Quem ainda não conhece o cooperativismo deve ir a uma agência da Credicitrus e conversar com o gerente, para entender como funciona. E, depois de associar-se, deve participar, ser um cooperado mesmo”.

Onde investiria: “Permaneceria na produção de seringueiras, que, além de ser um bom negócio, gera empregos (hoje temos 18 parceiros em uma propriedade e 14 em outra), e ainda investiria em soja”.

Lauro Cesar de Carvalho Cosmo, 46 anos, residente em Borborema, SP, atua no ramo de ótica há 35 anos, sendo que há 25 anos tem sua própria loja. Ingressou na Credicitrus há sete anos, como pessoa física e jurídica. Também influenciou seu pai a associar-se, em função da qualidade de atendimento que tem recebido: “A Cooperativa oferece proximidade e facilidade, com transparência. Lá fiz amigos e tenho todo o apoio para os negócios. Por isso, é a única instituição financeira com que trabalho”. Para ele, ser membro de uma cooperativa como a Credicitrus vale a pena por tudo o que oferece não só aos cooperados, mas também à comunidade.

Onde investiria: “Se tivesse mais recursos, investiria na ampliação e em melhorias em minha loja, pois ótica é o que aprendi e conheço. Talvez, mais por curiosidade, também investiria um pouco em ações”.

Heloisa Junqueira Franco Varella, 65 anos, residente em Colina, SP, é produtora rural e professora de inglês aposentada. Em setembro, completará 20 anos de filiação à Credicitrus, o que a deixa orgulhosa, em particular porque seu pai, Euler Junqueira Franco, mais conhecido como Dr. Leco, já falecido, foi um dos primeiros associados da Cooperativa. Satisfeita com o atendimento que recebe (“Não tenho um senão”), ela conta que, há cerca de cinco anos, quando soube das possibilidades e facilidades de aquisição de novas quotas-partes da Credicitrus, decidiu investir no aumento de seu capital social e ficou satisfeita com os benefícios obtidos. “Proporcionou-me independência econômica”, disse, complementando: “Quanto mais participamos, maior o retorno, algo que não existe nas demais instituições financeiras, e assim contribuímos para que o Instituto Credicitrus tenha mais recursos para apoiar as comunidades”. Sua meta, revelou, é fazer com que seu marido, que é empresário agropecuário, também concentre sua vida financeira na Cooperativa.

Onde investiria: “Se tivesse um montante grande, investiria nas atividades de meu marido, que se dedica a laranja, seringueiras, cana e confinamento de gado. Se o montante fosse menor, investiria em LCA, RDC e ações, para ter liquidez”.

Valentim Ocimar Gavioli, 59 anos, residente em Taquaritinga, SP, é engenheiro agrônomo, consultor técnico e agricultor. Trabalhou durante 31 anos no Departamento Técnico da Coopercitrus, da qual se desligou há três anos para dedicar-se aos seus negócios na fruticultura, que incluem, em Taquaritinga, em sociedade com um irmão e três sobrinhos, um viveiro certificado de mudas cítricas e produção de limão Tahiti, cuja maior parte é exportada para a Europa, tangerina e laranja de mesa. Adicionalmente, em São Roque de Minas, MG, produz manga e, desde o ano passado, abacate Hass. A seu ver, o ambiente na Credicitrus é “sadio e familiar”, cria vínculos com os associados: “Aqui em Taquaritinga, temos muitos pequenos produtores descendentes de italianos, que gostam de conversar, e isso a Cooperativa nos proporciona, é um ponto de encontro dos agricultores”. Por esses diferenciais, além de todas as vantagens financeiras que a Credicitrus proporciona, ele e sua família centralizam todas as movimentações financeiras na Cooperativa, da qual ele é associado desde que a Cooperativa instalou sua primeira filial no município, dentro da loja da Coopercitrus, em outubro de 1998.

Adicionalmente, recordou que é membro do Lions Club de Taquaritinga, que há 25 anos fundou o Hospital de Olhos, que dá atendimento gratuito por meio do SUS e tornou-se uma referência regional, cobrindo 10 municípios, e está credenciado inclusive para o transplante de córnea: “Esse hospital já recebeu recursos da Credicitrus, por meio da Ação Social Cooperada, e isso ajudou muito no atendimento a mais pacientes necessitados”.

Onde investiria: “O que sei fazer é produzir, por isso buscaria alavancar minhas atividades ou tecnificá-las ainda mais”

Diretores opinam

Ao final, os diretores executivos da Cooperativa se manifestaram.

Marcelo Soares relembrou que, mesmo em um ano de pandemia, a Credicitrus obteve o melhor resultado de sua história e está trabalhando para superar em 2021 os recordes alcançados em 2020. Adicionalmente, com relação à participação dos cooperados, disse: “Hoje temos uma parcela de associados, relativamente pequena, totalmente fidelizada, que só realiza movimentações financeiras conosco; outra parcela, que utiliza parcialmente o que a Cooperativa oferece; e uma terceira parcela, que pouco se utiliza da Cooperativa”. E propôs uma reflexão: “Somos a maior cooperativa de crédito do País. Dá para imaginar aonde podemos chegar se todos concentrarem suas operações conosco. Essa ativação traria benefícios para todos os cooperados e mais recursos para investimentos sociais”.

Marcelo Martins afirmou que uma das preocupações da Credicitrus tem sido com as eventuais dificuldades que alguns cooperados possam ter com o uso de novas tecnologias. Nesse sentido, disse: “Temos diferentes soluções de acordo com o perfil do associado, pois hoje estão conosco cinco gerações de cooperados – bisavô, avô, pai, filho e neto – cada uma com suas características”. Reafirmou que o objetivo é fazer com que todos os cooperados concentrem 100% de suas operações na Cooperativ e, para isso, são feitos investimentos na implantação de processos mais ágeis, sem deixar de oferecer, por outro lado, o atendimento personalizado para os que preferem esse contato mais próximo. Concluiu: “Oferecer a cada um o atendimento que espera gera fidelidade, resultando em mais solidez para a Credicitrus. Temos um modelo vencedor, que pratica a justiça financeira, e nossa meta é levar esse modelo a cada vez mais cooperados”.

Domingos Sávio, depois de recapitular os pontos abordados pelos palestrantes convidados, relembrou que a Credicitrus, com todos os investimentos que vem fazendo, está preparada para enfrentar cenários adversos, como vem ocorrendo desde o início da pandemia. Isso tudo, ressaltou, está alicerçado no seu propósito (“Somar forças para gerar prosperidade, transformar vidas e desenvolver a comunidade”), na sua visão (“Ser excelência no atendimento fundamentada nos princípios do cooperativismo”) e na sua missão (“Atender as necessidades dos cooperados com soluções financeiras inovadoras e confiáveis estimulando a economia colaborativa e contribuindo para o desenvolvimento da comunidade”), bem como nos sete princípios do cooperativismo: adesão voluntária e livre; gestão democrática; participação econômica dos membros; autonomia e independência; educação, formação e informação; intercooperação; e interesse pela comunidade.

Gravação disponível

A gravação integral do décimo quinto episódio da Jornada SOMAR Forças, resumido acima, está disponível abaixo:

Escrito por sicoobcredicitrus

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