Para escolher o investimento adequado para pequenas empresas é preciso ter um planejamento sólido e que mostre para onde os recursos serão direcionados e como serão usados, pois cuidar das finanças de uma empresa é uma responsabilidade muito grande. Isso porque toda decisão precisa ser embasada em dados, considerando a realidade do negócio, a fim de evitar ao máximo eventuais prejuízos. Continue a leitura e saiba mais!
Por que as pequenas e médias empresas devem investir?
Conquistar o topo do mercado não é uma tarefa fácil. No entanto, para dar o pontapé inicial é preciso apostar em boas estratégias de investimentos. Essa iniciativa ajudará a aumentar o capital da organização e, consequentemente, expandir o negócio e as vendas.
Ao investir em equipamentos novos, por exemplo, é possível reduzir significativamente o tempo de produção, aumentando a produtividade da equipe — que não precisará mais ficar “parada” porque a máquina estragou.
Além disso, investir em novas tecnologias, processos e produtos permite que as pequenas empresas inovem e permaneçam competitivas no mercado. A inovação é essencial para acompanhar as mudanças nas demandas dos consumidores e se destacar da concorrência.
Vale destacar que empresas que sabem investir corretamente estão mais bem preparadas para enfrentar crises econômicas, pandemias ou outros eventos imprevistos. Lembre-se também que ter reservas financeiras e estratégias de contingência ajudará muito a mitigar impactos adversos.
Quais são as principais estratégias de investimento para pequenas empresas?
Após entender por que estratégias de investimentos são importantes para o pequeno empresário, apresentaremos os principais tipos de investimentos que você deve avaliar antes de tomar a sua decisão.
1. Investimento próprio
Investimento próprio nada mais é quando a própria empresa usa seus recursos para investir no seu crescimento. Ou seja, quando alguém faz esse tipo de investimento, está assumindo o risco financeiro associado ao empreendimento.
2. Financiamento
A principal característica do financiamento é que a empresa recebe uma quantia em dinheiro de uma instituição financeira e, em troca, concorda em devolver esse montante acrescido de juros ao longo de um período acordado — e é aqui que você precisa prestar muita atenção.
Avalie não só a taxa de juros, mas também as condições e o prazo para pagamento. Isso é importante porque é preciso ter a certeza de que a empresa conseguirá cumprir com tal compromisso.
3. Renegociação
A renegociação com fornecedores visa ajustar as condições de pagamento e obter vantagens financeiras para melhorar o capital de giro da empresa.
Antes de iniciar a renegociação, faça uma análise detalhada da situação financeira do seu negócio, a fim de entender os compromissos financeiros atuais, identificar os fornecedores mais importantes e avaliar a capacidade de pagamento.
Feito isso, apresente propostas claras e realistas aos fornecedores, solicitando prazos de pagamento mais longos, descontos por volume ou descontos por pagamento antecipado.
Esteja preparado para discutir e negociar diferentes cenários que se alinhem às necessidades de ambas as partes. Os fornecedores podem estar dispostos a ajustar termos de pagamento ou oferecer descontos para manter uma relação comercial saudável, porém, não podem sair no prejuízo.
4. Negociação de prazos com os clientes
O primeiro passo é revisar cuidadosamente a política comercial atual da empresa, especialmente os prazos de pagamento oferecidos aos clientes. Depois, identifique clientes estratégicos ou de grande porte que representam uma parte significativa das vendas.
Concentre-se em negociar prazos mais curtos com esses clientes, pois isso terá um impacto mais significativo no capital de giro.
Ao abordar o cliente, explique as razões por trás da proposta de alteração nos prazos de pagamento e destaque os benefícios mútuos. Lembre-se da importância de apresentar propostas que incentivem os clientes a concordarem com prazos de pagamento mais curtos. Nesse momento, você pode trabalhar bastante a opção de descontos.
5. RDC
O Recibo de Depósito Cooperativo (RDC) é um tipo de investimento de renda fixa oferecido pelas cooperativas de crédito. Estamos falando de uma opção de baixo risco, com aplicação mínima de R$ 100 e que apresentam modalidades que oferecem liquidez diária, o que significa que você pode resgatar seus recursos a qualquer momento.
Gostou de aprender sobre estratégias de investimento para pequenas empresas? Saiba que entender sobre esse assunto é fundamental para ter recursos suficientes para garantir o crescimento do negócio e, ainda, ter controle financeiro em momentos de crise.
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