O dia a dia da Credicitrus é caracterizado por milhares de transações: saques, depósitos, transferências, pagamentos, aplicações, resgates, operações de crédito e financiamento, emissão de boletos, contratação de seguros, consórcios e planos de previdência privada. A isso se somam consultas a saldos e extratos e contatos entre associados e gerentes. Para que tudo isso aconteça é necessária muita organização.
Há ainda o trabalho de comunicação da cooperativa, por meio dos seus canais oficiais (site, redes sociais, TV corporativa etc.), para prestar contas aos associados, divulgar e promover produtos e serviços e disseminar conhecimentos sobre cooperativismo, finanças e outros temas relevantes.
Para que cada ação seja bem desempenhada, são necessárias equipes profissionais altamente capacitadas, apoiadas pelos mais modernos sistemas informatizados, para assegurar disponibilidade, agilidade e segurança ao que for feito. Por trás de tudo isso, há uma organização muito bem montada, conforme explicada a seguir.
Função administrativa vital
Os manuais de administração de empresas definem quatro funções básicas de gestão: planejar, organizar, dirigir e controlar. Organizar, de forma simplificada, significa determinar as atividades necessárias para que a cooperativa alcance seus objetivos, as funções que compõem a chamada estrutura organizacional e os respectivos graus de responsabilidade e autoridade.
A organização não se baseia apenas em critérios internos e boas práticas de gestão de cooperativas. Também deve estar em conformidade com as normas legais e, no caso das cooperativas de crédito, obedecer às regras definidas pelo Banco Central do Brasil.
Como é na prática
A Credicitrus é uma sociedade de pessoas, reunidas com o objetivo de atender às suas necessidades financeiras com vantagens em comparação com o que é oferecido pelas demais instituições financeiras. Assim, os cooperados exercem um duplo papel: de um lado são beneficiários dos diferenciais proporcionados pela cooperativa; de outro, são seus coproprietários e, nessa condição, têm a responsabilidade de contribuir para seu equilíbrio e sua solidez. Portanto, o cooperado é a maior autoridade na cooperativa.
Essa autoridade é exercida de forma democrática por meio da assembleia geral, que é o órgão máximo de deliberação da cooperativa. As decisões aprovadas pela maioria são soberanas e somente podem ser modificadas por outra assembleia geral.
Isso vale desde o ato de constituição da cooperativa, que deve ser fundada por no mínimo 20 pessoas, reunidas em assembleia geral, na qual aprovam seu estatuto social, contendo as regras de atuação e organização, e elegem, entre si, os cooperados que comporão o conselho de administração. Este, abaixo da assembleia geral, é o órgão máximo de representação dos cooperados e fica no topo da estrutura de governança da cooperativa.
Papéis bem definidos
A estrutura de governança é composta pelo Conselho de Administração, por Comitês que o assessoram e complementam suas ações e pela Diretoria Executiva. As atribuições de cada um desses órgãos são resumidas a seguir.
Conselho de Administração
Tem como principal atribuição estabelecer as linhas estratégicas da cooperativa, visando ao cumprimento dos objetivos definidos no estatuto social. É responsável por nomear os comitês que o assessoram e nomear, supervisionar e monitorar a Diretoria Executiva.
Diretoria Executiva
Tem a função de colocar em prática as diretrizes determinadas pelo Conselho de Administração. É assim composta:
- Diretor-Presidente Executivo (CEO, na terminologia internacional) – dirige os trabalhos da Diretoria Executiva.
- Diretor Administrativo – organiza, planeja e orienta o uso dos recursos físicos e tecnológicos e dá suporte operacional às áreas de negócios.
- Diretora de Governança, Riscos e Compliance – responde pela governança corporativa, pela gestão integrada dos riscos da cooperativa e por sua aderência às normas legais.
- Diretor de Negócios – coordena as áreas voltadas para os negócios da cooperativa, incluindo desenvolvimento e implementação de estratégias e técnicas nas áreas comercial, de marketing, comunicação e relacionamento corporativo.
- Diretor Financeiro – dirige as áreas financeira, contábil e de planejamento e controle de crédito, monitorando o cumprimento dos limites regulamentos pelo Banco Central e a liquidez da cooperativa.
Comitês
Há seis comitês na Credicitrus: Auditoria; Riscos; Sucessão e Remuneração; Continuidade de Negócios e Gestão de Crises; Institucional de Relacionamento; e Estratégia e Inovação. Suas funções são resumidas a seguir.
- Comitê de Auditoria – tem caráter permanente, acompanhando as práticas contábeis adotadas nas demonstrações financeiras da cooperativa, o cumprimento das normas legais pertinentes ao negócio e as atividades da auditoria independente e da auditoria interna.
- Comitê de Riscos – assessora o Conselho na definição de diretrizes e práticas de gerenciamento de riscos e de capital e recomenda ações para o cumprimento das normas legais.
- Comitê de Sucessão e Remuneração – assessora o Conselho na gestão da política de remuneração dos membros dos órgãos estatutários, bem como do processo sucessório desses órgãos.
- Comitê de Continuidade de Negócios e Gestão de Crises – analisa e avalia a implementação e o cumprimento de políticas para a continuidade dos negócios e monitora eventos que possam ter impacto nas operações da cooperativa.
- Comitê Institucional de Relacionamento – reúne os Coordenadores Institucionais de Relacionamento (sendo um titular e um suplente eleitos em cada PA pelos respectivos cooperados), função criada com o objetivo de estreitar o relacionamento dos associados com a cooperativa.
- Comitê de Estratégia e Inovação – assessora o Conselho na definição de estratégias de longo prazo para a cooperativa e na avaliação de oportunidades potenciais de novos negócios, investimentos e modelos de negócios.
Deu para entender como é a organizada toda a estrutura operacional da Credicitrus? Siga nossos canais oficiais e fique por dentro das principais novidades da nossa cooperativa.