Por que vale mais a pena ser associado das cooperativas de crédito do que cliente de uma instituição financeira tradicional? Há pelo menos cinco boas razões para isso.

  1. Juros diferenciados
  2. Sem cobrança de tarifas
  3. Possibilidade de participação nos resultados
  4. Reserva financeira para o futuro
  5. Benefícios à comunidade

Cada uma dessas razões será detalhada nesta matéria. Antes, é preciso esclarecer que toda instituição financeira, seja banco ou cooperativa, faz basicamente duas coisas: capta e empresta dinheiro. Ou seja, paga uma taxa aos cooperados para cada tipo de captação (depósitos à vista ou a prazo) e cobra uma taxa para cada modalidade de empréstimo.

As taxas de empréstimo são, em média, superiores às de captação. Desse modo, asseguram a margem necessária para cobrir custos e gerar resultado. Essa diferença recebe o nome de spread (pronuncia-se spréd). Além disso, as instituições ainda prestam vários serviços como cartões, cobrança, seguros, consórcios, previdência privada, dentre outros.

Diferenciais do cooperativismo

Tanto em suas operações quanto nos serviços que prestam, cooperativas de crédito e bancos possuem atividades semelhantes. No entanto, as diferenças começam pelo tipo de organização: o banco pertence a um grupo de investidores cujo objetivo é a obtenção de lucro.

Já a cooperativa é uma sociedade de pessoas e sua finalidade não é o lucro, mas o atendimento das necessidades financeiras dos associados com vantagens superiores ao que é oferecido pelo sistema financeiro tradicional.

Enquanto os acionistas de um banco definem onde investir, visando a garantir o maior retorno financeiro, os cooperados decidem em conjunto os destinos da cooperativa, por meio de votações em assembleias, buscando o benefício dos associados, de suas famílias e da sociedade em seu entorno. Daí decorrem as vantagens citadas no início desta matéria:

  1. Juros diferenciados – As cooperativas de crédito, por não visarem o lucro, operam com spread mais baixo, mas que é suficiente para cobrir seus custos operacionais e de investimento. Desse modo, podem trabalhar com juros diferenciados aos do mercado em suas operações de crédito e financiamento.
  2. Sem cobrança de tarifas – As tarifas têm por objetivo cobrir os custos e preservar as margens de lucro dos bancos. Nas cooperativas, podem ser menores ou nem cobradas para a maioria das movimentações, como ocorre na Credicitrus.
    A Cooperativa, por exemplo, não aplica tarifa para abertura e manutenção de contas correntes, pois são serviços oferecidos em condições idênticas a todos os associados. Porém, nos casos de custos de serviços individualizados, como o produto Cobrança, que envolve a emissão e o envio de boletos, o cooperado apenas reembolsa a Cooperativa pelas despesas envolvidas, ou seja, em um valor inferior ao cobrado pelos bancos.
  3. Possibilidade de participação nos resultados – Na condição de coproprietário da Credicitrus, o associado tem direito a participar da distribuição das sobras anuais da Cooperativa, com valores proporcionais ao seu capital social e às suas movimentações. A Credicitrus pratica a meritocracia, proporcionando maior retribuição a quem mais contribui para suas receitas e o fortalecimento de seu patrimônio.
  4. Reserva financeira para o futuro – Ao ingressar na Credicitrus, o associado já integraliza quotas-partes, que correspondem ao seu “título de propriedade” da Cooperativa. Posteriormente, é possível adquirir novas quotas para aumentar o seu capital, que é remunerado todos os anos e ainda recebe o aporte de parte das sobras de cada exercício.
    O capital social (soma de todas as quotas-partes dos cooperados) é a parcela mais importante do patrimônio líquido da Credicitrus, que atingiu a marca de R$ 2 bilhões. Por outro lado, as quotas de cada cooperado são um bem que lhes pertence e que poderá ser resgatado em parcelas depois que completar 65 anos de idade, desde que tenha pelo menos 10 anos de filiação à Cooperativa. Desse modo, são uma reserva financeira para o futuro.
  5. Benefícios à comunidade – A Credicitrus exerce um papel que nem todos conhecem: é um agente de desenvolvimento econômico e social das comunidades em que está inserida, porque a riqueza que gera nessas localidades aí permanece.
    Explicando melhor: a economia em juros e tarifas que cada cooperado faz ao concentrar sua vida financeira na Cooperativa e as sobras que recebe anualmente são recursos que poderá aplicar em benefício próprio, de sua família e de seus negócios, adquirindo produtos, contratando serviços e fazendo investimentos.
    Nesse processo, são beneficiados primordialmente os agentes econômicos locais, com receitas maiores e a capacidade de gerar mais empregos. Está provado que os municípios e as regiões que contam com cooperativas sólidas e bem administradas têm Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mais alto.

Ficou interessado em saber mais sobre a Credicitrus? Procure a agência mais próxima ou fale com o Léo, o nosso assistente virtual, através do WhatsApp (17) 3344-5020.

Escrito por bzanuto

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